"A Coraline começou a ficar agitada e de repente fico toda vermelha. Raiva estava nela, evadida no seu coração. Temia,a gora sim, pela minha vida.")
E como se parecesse pouca coisa, ela começou a transformar-se. Começou a ficar parecida a um demónio As pernas dela ficaram mais finas mas mais comprida. Todo o seu corpo crescia em espaço de segundos. Depois disso ficou com uma corcunda. Os cabelos começaram a ficar gastos e agora chegavam-lhe à cintura. Os olhos eram totalmente brancos sem pupila ou algo que lhe pudesse chamar de normal. Os seu lábios ficavam mais finos que quase parecia que tinham deixado de existir.Os dentes ficaram mais pontiagudos. Era um monstro canibal. Será que ia sair dali viva? Só com um milagre. Tal milagre que eu temia não existir nesta vida.
Ela testava uma figura horrenda dos piores pesadelos que possas imaginar. Figura com quase três metros, fininhas, com os olhos totalmente brancos, pela pálida, dentes grandes e pontiagudos, nariz afiado, com uma enorme corcunda, unhas grandes e afiadas, lábios finos e sangrentos
Ela girou a cabeça na minha direção e deu um sorriso diabólico. Não tinha salvação neste momento, era aqui o meu fim. Será que me vou safar? Isto é pior, é pior do que tudo o que andou a acontecer desde que cheguei a este bairro. Este lugar era a porta do inferno, é aqui onde muitos mortos se encontram, transformados em criaturas do diabo.
Ela começou a dar passos e eu andava muito rápido para não ser esmagada.
Ela parou, já não mexia nenhum músculo. Rezava pela minha vida, rezava para que alguém aparecesse e me levasse para um sitio seguro. Mas isto não é nenhum conto de fadas, isto é a realidade. Desde que cá cheguei estou entre a faca e a parede, e agora a faca está mesmo quase a matar-me. Só mais um movimento e poderia acabar por morrer.
A mesma frase rodava na minha cabeça "Será que vou continuar a viver?". Parecia um cd que só tinha essa faixa e não conseguia mudar.
Outras coisas vieram para o meu pensamento. E os meus pai? E a minha família? E os meus amigos? Eles devem estar muito preocupados comigo! Se eu for embora deste mundo, fui sem lhes dizer as últimas palavras. Eu não chorei até pensar nisto. Quero a minha família e amigos mais que nunca.
Tentei acalmar-me e cantei um pouco da musica Moon River para ver se Coraline se acalmava.
Ficou calma e frágil durante uns segundos, mas depois voltou ao seu estado de raiva atirando com o sofá contra um pouco de parede que restava naquele lugar.
Porque não fugia? Coraline é rápida podia-me apanhar em milésimas de segundos. Eu simplesmente ficava no meu lugar, tal como ela no dela.
Dei um passo devagar para a esquerda, mas sem querer deixei-me cair no chão chocando com uma mesa onde uma jarra, que lá se encontrava, caio para o chão caindo em pedaços uns pequenos outros grandes.
Com esse ato estúpido a Coraline agarrou-me, levantando-me para cima e deixando-me cair no chão duro e frio.
Dei um berro de tanta dor. Parecia que tinha acabado de partir todos os meus ossos. Sentia-me pó e mil e uma lágrimas desceram violentamente pela minha pele.
Eu só queria viver! Eu só queria sair disto e ir viver a minha vida! Será muito pedir?! Eu só me pergunto o que fiz eu para merecer este pesadelo!
Eu pensava que o que tinha vivido nestes últimos dias tinha sido mau e que não poderia piorar, mas enganei-me redondamente.
Eu sabia que ia morrer, eu sabia que não iria haver como sair daqui viva. Eu sei que não estou num conto onde um príncipe vai aparecer-me e salvar-me. Não. Apenas estou eu, eu e eu. Apenas eu estou a lutar, apenas eu estou a defender. Fraqueza deixou de existir e iria lutar. Iria agarrar a minha última esperança que era conseguir trazer a Coraline simpática e boazinha de volta. Será difícil mas posso conseguir sobreviver. Se morrer sei que lutei pela minha vida.
Só queria um último abraço, só queria um último beijo, só queria um último "Adoro-te", mas não vou ter nada disso.
A minha vida começo a passar-me pelos olhos. As primeiras palavras, os primeiros passos, os primeiros amigos... TUDO! Comecei a recordar as promessas feitas e compridas e aquelas que aparam por ser falhadas. Recordei aqueles momentos que eram os mais felizes da minha vida, e aqueles que só estava fechada no quarto a chorar a dizer que a minha vida não valia nada.
Eu pensava que já tinha sofrido tudo, mas nada se compara a isto.
Não vou chorar, vou lutar com os meus punhos, sem armas. Sei que estou a parecer maluca pois vou lutar contra um dos filhos do demónio mas não posso deixar-me impune e morrer sem ter feito algo para me tentar salvar.
(Amanhã publico a pate 10)
Ela testava uma figura horrenda dos piores pesadelos que possas imaginar. Figura com quase três metros, fininhas, com os olhos totalmente brancos, pela pálida, dentes grandes e pontiagudos, nariz afiado, com uma enorme corcunda, unhas grandes e afiadas, lábios finos e sangrentos
Ela girou a cabeça na minha direção e deu um sorriso diabólico. Não tinha salvação neste momento, era aqui o meu fim. Será que me vou safar? Isto é pior, é pior do que tudo o que andou a acontecer desde que cheguei a este bairro. Este lugar era a porta do inferno, é aqui onde muitos mortos se encontram, transformados em criaturas do diabo.
Ela começou a dar passos e eu andava muito rápido para não ser esmagada.
Ela parou, já não mexia nenhum músculo. Rezava pela minha vida, rezava para que alguém aparecesse e me levasse para um sitio seguro. Mas isto não é nenhum conto de fadas, isto é a realidade. Desde que cá cheguei estou entre a faca e a parede, e agora a faca está mesmo quase a matar-me. Só mais um movimento e poderia acabar por morrer.
A mesma frase rodava na minha cabeça "Será que vou continuar a viver?". Parecia um cd que só tinha essa faixa e não conseguia mudar.
Outras coisas vieram para o meu pensamento. E os meus pai? E a minha família? E os meus amigos? Eles devem estar muito preocupados comigo! Se eu for embora deste mundo, fui sem lhes dizer as últimas palavras. Eu não chorei até pensar nisto. Quero a minha família e amigos mais que nunca.
Tentei acalmar-me e cantei um pouco da musica Moon River para ver se Coraline se acalmava.
Ficou calma e frágil durante uns segundos, mas depois voltou ao seu estado de raiva atirando com o sofá contra um pouco de parede que restava naquele lugar.
Porque não fugia? Coraline é rápida podia-me apanhar em milésimas de segundos. Eu simplesmente ficava no meu lugar, tal como ela no dela.
Dei um passo devagar para a esquerda, mas sem querer deixei-me cair no chão chocando com uma mesa onde uma jarra, que lá se encontrava, caio para o chão caindo em pedaços uns pequenos outros grandes.
Com esse ato estúpido a Coraline agarrou-me, levantando-me para cima e deixando-me cair no chão duro e frio.
Dei um berro de tanta dor. Parecia que tinha acabado de partir todos os meus ossos. Sentia-me pó e mil e uma lágrimas desceram violentamente pela minha pele.
Eu só queria viver! Eu só queria sair disto e ir viver a minha vida! Será muito pedir?! Eu só me pergunto o que fiz eu para merecer este pesadelo!
Eu pensava que o que tinha vivido nestes últimos dias tinha sido mau e que não poderia piorar, mas enganei-me redondamente.
Eu sabia que ia morrer, eu sabia que não iria haver como sair daqui viva. Eu sei que não estou num conto onde um príncipe vai aparecer-me e salvar-me. Não. Apenas estou eu, eu e eu. Apenas eu estou a lutar, apenas eu estou a defender. Fraqueza deixou de existir e iria lutar. Iria agarrar a minha última esperança que era conseguir trazer a Coraline simpática e boazinha de volta. Será difícil mas posso conseguir sobreviver. Se morrer sei que lutei pela minha vida.
Só queria um último abraço, só queria um último beijo, só queria um último "Adoro-te", mas não vou ter nada disso.
A minha vida começo a passar-me pelos olhos. As primeiras palavras, os primeiros passos, os primeiros amigos... TUDO! Comecei a recordar as promessas feitas e compridas e aquelas que aparam por ser falhadas. Recordei aqueles momentos que eram os mais felizes da minha vida, e aqueles que só estava fechada no quarto a chorar a dizer que a minha vida não valia nada.
Eu pensava que já tinha sofrido tudo, mas nada se compara a isto.
Não vou chorar, vou lutar com os meus punhos, sem armas. Sei que estou a parecer maluca pois vou lutar contra um dos filhos do demónio mas não posso deixar-me impune e morrer sem ter feito algo para me tentar salvar.
PUBLICA A PARTE 10 JÁ !!! *-*
ResponderEliminarP.S.: Sou a Carol Fic's ;)
Ohhh desculpa mor mas não estou em casa :( Eu às 20 por ai publico\escrevo.
ResponderEliminarE bigada por estares a gostaaaaaaaar *--*