quinta-feira, 11 de julho de 2013

"O sorriso é a curva mais bonita de uma mulher"

Olá! Bem, este vai ser um texto em vídeo que eu escrevi. Não era para o blog, mas isto é um meio para divulgar o meu vídeo.
Este vídeo tem o nome de "O sorriso é a curva mais bonita de uma mulher". Este vídeo é para todas as raparigas e princesas. Não vou dizer mais nada, pois tudo o que quero dizer está escrito no vídeo.
Espero que gostem, ponham gosto no vídeo, subscrevam e divulguem! <3

"O sorriso é a curva mais bonita de uma mulher"

E sabem que um texto em vídeo depois já não se pode corrigir... Tinha-o revisado tantas vezes, mas tantas, que só agora é que reparei num erro que não gostei... o "disse" que eu escrevi "dise"... Um vídeo não é a mesma coisa que um texto publicado aqui no blog. Uma vez publicado não se pode voltar atrás.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Aviso Importante

Estive a pensar e quando acabar de escrever o Bairro Assombrado irei parar de escrever no meu blog. O tempo já não é como antigamente, e as coisas mudaram ao meu ver.
Não irei apagar o blog pois talvez um dia ou outro irei escrever nele.
Até agora isto NÃO tem data marcada pois não sei quando é que o Bairro Assombrado irá acabar.

Quando parar de escrever no "O Diário de uma Menina" eu vou tentar focar-me mais no Bairro Assombrado, pois quero que isso passe a algo grande (mais do que já é).
No meu blog, o Bairro Assombrado só vai ter 2 temporadas, mas eu, fora disso, vou escrever muito mais.

Isto tudo porque? Como vocês viram o blog já não é a mesma coisa que era no inicio. Já não consigo escrever todos os dias e o calor não me ajuda mesmo.
No dia em que parar de escrever (oficialmente, mas volto a repetir que o blog não será eliminado e que um dia ou outro poderei escrever) irei escrever um texto a agradecer por tudo.

Uma das coisas pelas quais quero parar de escrever no blog, é que nas duas primeiras semanas de Agosto vou para Espanha e para onde eu vou, não há net. Conhecendo-me, o meu ritmo iria mudar e iria ser difícil voltar a rotina de sempre.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Bairro Assombrado 2 (Parte VI)

(Anteriormente:
"Ela devia estar a preparar alguma. Nem sorrisos, nem más palavras, nem más ações, uma casa arranjada e cheirosa. Vindo dela isto é estranhíssimo.")

Sentei-me num sofá, que não chiou, e vi que estava uma televisão em bom estado mesmo à minha frente. Achei estranho, afinal neste mundo também há tv?
Olhei para uma mesa de madeira que se encontrava mesmo a minha frente. Agarrei-o. Tinha um pouco de pó mas nada de mais. Agarrei-o e cliquei no botão onde dizia
"1". Não estava a conseguir. La me ia eu levantar do sofá quando a Coraline me diz que não funcionava. Bufei, mas já era de esperar.
Esperei que ela se sentasse para lhe perguntar o que era
"eu". Esperei um longo tempo. Ela não se cansa de estar sempre de pé?! É que eu não me lembro de alguma vez a ter visto sentada.
Lá se sentou, finalmente, e fui junto a ela. Peguei numa cadeira, e sentei-me.
"Então, que sou eu?" Perguntei-lhe não encarando-a. "Bem, vai ser difícil de contar e não sei como vai reagir...." "Continua" Disse-lhe olhando-a.
Ela suspirou e começou a contar. "Bem, não sei se te lembras do que contei a muito muito mas mesmo há muito tempo. Eu sou uma criatura do demônio, a que todos temem nestas bandas. Bem, ao que parece já não sei a única, ou melhor, serei a única criatura do demônio." "Podes explicar melhor?" "Bem... Tu és a minha criatura. Não sei como, mas quando eu te matei dei-te alguma compaixão fazendo, talvez, algum efeito. O problema é que sendo uma criatura do demônio e tu uma minha, acas por ser mais forte que eu, mais poderosa. Quando te transformares vais ser maior, muito mais que eu, vais ser mais monstruosa e não vais ter compaixão por nada nem por ninguém. E é por isso que, talvez, mudei o meu carácter para contigo. E isto é uma das razões do porque te trouce para este lugar. Aqui estamos mais afastados de todos e posso domesticar-te." "Mas pensas que sou algum animal para me estares a fazer treinos para me domesticar?!" Gritei-lhe. "Ei tem calma, ok?!" Levantou-se e continuou a dizer "É o melhor para ti! Para te controlares e não dares cabo de tudo! Ou queres ser como eu que a cada coisa que lhe falam transforma-se num ser temível por todos!?" Fiquei calada e olhei para o chão. "Bem me parecia" Continuou ela. "Mas porque eu não morri em paz?" Questionei-a. "Há varia possibilidades... Primeira: O destino quer assim. Segunda: Tens algo para fazer ainda neste mondo.... Ou então não sei. Mas há uma coisa que tens que saber... Se o demônio sabe que mais uma criatura aqui existe, vai-te querer matar." Engoli seco. "Mas eu não era a criatura mais forte." "Não tanto como ele. Alias... Ambos têm a mesma força." "Ou seja, eu sou o demônio." "Não baralhes as coisas, ok?" Nada lhe disse. Fui ter com Baco e disse-lhe "Independentemente do que acontecer, nunca me deixes." Fiz-lhe um mimo. Ele assentiu.
Agora que penso... Será por ser o que sou que Baco me percebe? "Coraline?" "Diz" "Baco percebe-me porque eu sou o que sou?" "Claro, tal como me percebe, e tu também o podes perceber." "Como?" Ela levantou-se, andou até mim e colocou a sua mão no meu ombro. "Basta treinares os teus dotes." Assenti. Vai ser uma nova aventura, e quem diz que isto não irá mudar? Que venha que vier, eu vou enfrentar. Que venha o demônio! Não tenho medo dele.
"Vamos lá para fora para te transformares" "E se eu não me conseguir controlar?" Perguntei-lhe assustada, com medo, pois temia disto tudo. Para mim isto era uma novidade, claro, não sabia como me enfrentar. "Não te preocupes. Conheces a música Don't Let Me Go? Bem, irei canta-la, e se não te conseguires controlar irei magoar-te. Como será a tua primeira ferida em quanto criatura, Baco, com a sua linguá, irá curar-te e voltaras ao normal." Respirei fundo. Pelo menos teria a Baco e, por agora, a Coraline comigo para me ajudar nisto tudo.
Fomos lá para fora. Eles afastaram-se de mim e ambos começaram a criticar, a rebaixar-me e a desanimar. Comecei a sentir-me um pote de raiva. Sentia o meu sangue todo a ferver dentro de mim. Eu crescia e crescia já devia ter mais de três metros. A minha pele era preta com pintas vermelhas por causa das marcas da sangre quente. O meu cabelo começou a esconder-se dentro de mim, fazendo a minha figura parecer careca. Na minha mãe só se encontravam três dedos e garras enormes. A minha figura era super magrinha, onde se viam todos os ossos do meu interior. Na minha testa cresceu um largo corno preto. A minha cara estava cheia de arrugas e não tinha nariz, apenas dois boraquinhos. Os meus olhos quase que nem se viam mas uma luz vermelha apareceu neles. Eu começava a sentir medo de mim, medo do que eu era, mas o ódio era mais forte agora.
O meu sangue começou a aumentar fazendo com que rios de sangue aparecessem no meu corpo.
Olhei para Baco e Coraline. A minha figura era mais temível que a figura dela. A cara deles era de medo, temor, TUDO! Só me apetecia ir ter com eles e arrancar-lhes as cabeças.
Coraline aproximou-se de mim e começou a cantar aquela musica que ela tinha falado antes. Don't Let Me Go, essa musica que era composta por Harry Styles. Eu reconhecia aquela canção como a palma da minha mão.
Ela esta a cantar mas eu não prestava atenção até ela dizer " Don't let me, Don't let me, Don't let me go 'Cause I'm tired of feeling alone."
Comecei a sentir uma forte dor na cabeça. Encolhi-me e gritei. Comecei a fazer movimentos bruscos e matinha os olhos bem fechados.
Quando os abri estava outra vez normal. Já não era aquela criatura horripilante, por agora. Olhei para Coraline que me sorria. "Afinal sempre funcionou."

(Amanhã publico a parte 7)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Bairro Assombrado 2 (Parte V)

(Anteriormente:
Voltei a festa, e depois foi para a janela da sala. Olhei para a lua e agradeci por aquilo tudo, ter sido só um pesadelo.")

Deixei fixar o meu olhar nela. Hoje, ela, encontrava-se maior e mais bonita. Já à muitos anos que não havia assim. Hoje estava a ser uma noite perfeita, e nunca pensei em ter tantas saudades de casa.
Respirei fundo e voltei para junto das pessoas que se encontravam nesta casa. Mal cheguei à sala, havia uma respiração pesada entre todos. Estavam todos num monte olhando para um canto da sala. Mal dei um passo para a sala todas as cabeças que estavam lá foram voltadas para mim. As pessoas começaram a andar lentamente para mim, fazendo múrmuros que eu não conseguia ouvir.
Eles estavam muito próximos a mim, pareciam autênticos zombies!! Olhei para o canto da sala e ali estava Coraline!
Mas o que se está a passar?!?! Comecei a gritar, o mais alto que pude. Pedi socorro, pedi de tudo, mas nada! NADA! Estava entre eles e a parede. Não me podia defender, pois não tinha como.
Ouvi uma voz fininha a dizer "Adeus Molly." Era ela, ela queria o meu fim, fosse de que maneira fosse.
Já não conseguia ver nada, estavam todos a sufocar-me. Comecei a ter a respiração mais rápida e dei um grito. Abri os olhos.
Olhei ao meu redor e estava com Baco e Coraline. Não tinha passado de um sonho. Eu não voltei a ver os meus pais, eu estou morta. Nunca irei sair deste mundo.
"Finalmente acordaste" disse-me ela.
Olhei para todo o lado e vi que estávamos numa casa no campo. A casa parecia a rajada. Mas eu agora aprendi que não devemos julgar o exterior pelo interior, principalmente nestas bandas, onde tudo não é o que parece ser.
O campo estava arranjado, coisa estranha, mas o sol parecia não existir. Não havia nem sol, nem lua. Estrelas? Um ou duas, mas nada mais.
Fomos caminhando até à casa. Coraline abriu-a e entrou. Baco não cabia, então, com força nos meus ombros, sai de cima dele, e caminhei junto a Coraline.
Por incrível que pareça, a menina má levou-me a uma casa agradável  O que ela quer? Isto não me cheira bem, e não estou a falar da casa pois a casa tem um cheiro agradável.
Ela foi até ao fundo da sala onde se encontrava uma janela-porta enorme. Ela abriu-a e chamou Baco. Assim podíamos também conviver com ele.
Ela devia estar a preparar alguma. Nem sorrisos, nem más palavras, nem más ações, uma casa arranjada e cheirosa. Vindo dela isto é estranhíssimo.

(Desculpem por ser SÓ isto, mas não tenho tempo para mais. Amanhã ponho a parte 6)